sábado, 7 de maio de 2011
ELE QUERIA SER SANTO ( letra e música: Marta Aurélia )
ele queria ser santo
ele queria cuidar do mundo
ele queria amar a todos
ele queria amar os homens
ele queria amar mulheres
ele queria comer
ele queria colo
ele queria mãe
ele queria pai
ele queria paz
mas o que ele queria mais
ele queria ser santo
ele e seus ancestrais
na encruzilhada da rua
ele dava 'a volta'
ele queria ser
ele queria casa
ele queria crer
que ele queria ser santo
dizem que tinha esquizofrenia
ele queria poesia
ele vivia à deriva
brincava de não ser
ele catava coquinho
ele mentia pra não sofrer
filosofia do corpo
mitos para viver
ele queria cuidar do mundo
ele queria amar a todos
ele queria amar os homens
ele queria amar mulheres
ele queria comer
ele queria colo
ele queria mãe
ele queria pai
ele queria paz
mas o que ele queria mais
ele queria ser santo
ele e seus ancestrais
na encruzilhada da rua
ele dava 'a volta'
ele queria ser
ele queria casa
ele queria crer
que ele queria ser santo
dizem que tinha esquizofrenia
ele queria poesia
ele vivia à deriva
brincava de não ser
ele catava coquinho
ele mentia pra não sofrer
filosofia do corpo
mitos para viver
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A DOR ( Mona Gadelha - Álbum Salve a Beleza, de Mona Gadelha )
A dor escorre pelos cantos
entre as notícias dos jornais
não sei pra onde vai todo esse pranto
perdido em coisas tão banais
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
A vida líquida se esvai
como uma ilusão que se refaz
e a dor batendo e latejando
e o sentimento tão fugaz
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
entre as notícias dos jornais
não sei pra onde vai todo esse pranto
perdido em coisas tão banais
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
A vida líquida se esvai
como uma ilusão que se refaz
e a dor batendo e latejando
e o sentimento tão fugaz
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
A dor
de quem é a dor
me diz aonde é que dói mais
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sobras do dia ( letra e música: Marta Aurélia )
desfio desafios
desvios
desde que estive
no que sobrou do dia
fios e mais fios
afim de afinar noite e dia
sintonia
que por isso se fia
afia
olho no olho
cara e sentido
que por esse caminho se via
...
desvios
desde que estive
no que sobrou do dia
fios e mais fios
afim de afinar noite e dia
sintonia
que por isso se fia
afia
olho no olho
cara e sentido
que por esse caminho se via
...
mãe ( ceumar )
Ela foi a primeira voz
Desde a primeira vez
Que o som se fez
Nunca desafinou
Nunca perdeu o tom
Cantarolava feliz
Cada verso diz mais
Quando vem emoldurado
Por sua voz
E eu aprendi muito bem
Sempre tento ecoar
A voz primeira
A voz mais bela
A voz de mar
Da minha mãe
...Wilmar
Desde a primeira vez
Que o som se fez
Nunca desafinou
Nunca perdeu o tom
Cantarolava feliz
Cada verso diz mais
Quando vem emoldurado
Por sua voz
E eu aprendi muito bem
Sempre tento ecoar
A voz primeira
A voz mais bela
A voz de mar
Da minha mãe
...Wilmar
sábado, 2 de abril de 2011
sombras de quarta
'Nesta quarta sobram sombras que desenham as mais indistinguíveis formas deste lado das lembranças que habitam essa presença que sou eu em mim. Indistinguível é esse eu que desconheço.' Marta Aurélia 30-03-2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
EL CASTILLO FANTASMA
En el más verde de nuestros valles,
Donde habitan los ángeles,
Había un castillo -
Un castillo espléndido
Que alzaba su radiante frente
En el reino del pensamiento.
Jamás serafín tendió sus alas
Sobre edificio más soberbio.
Y hoy los viajeros, en aquel valle,
Por ventanas color de fuego,
Ven grandes formas bullir fantásmas,
Discordes músicas siguiendo;
Mientras cual turbio, rápido río,
Por el lívido portal abierto,
se lanza la tórrida turba
Riendo - ya nunca más sonriendo.
Edgar Allan Poe
Donde habitan los ángeles,
Había un castillo -
Un castillo espléndido
Que alzaba su radiante frente
En el reino del pensamiento.
Jamás serafín tendió sus alas
Sobre edificio más soberbio.
Y hoy los viajeros, en aquel valle,
Por ventanas color de fuego,
Ven grandes formas bullir fantásmas,
Discordes músicas siguiendo;
Mientras cual turbio, rápido río,
Por el lívido portal abierto,
se lanza la tórrida turba
Riendo - ya nunca más sonriendo.
Edgar Allan Poe
Assinar:
Postagens (Atom)